Comentei aqui há algumas semanas a falta que uma articulação política bem sucedida na relação Governo – Assembleia, estava fazendo ao governador Wellington Dias. Pois bem, o governador passou a ser ele mesmo o responsável por sua articulação com o legislativo, e por mais que diga que se trata apenas de uma articulação administrativa, não se pode retirar da postura de W. Dias o componente político.
Se não for assim,então porque começar justamente por uma reunião tete a tete com o deputado Robert Rios? Fato é que combinada ou não, a renúncia do deputado Fábio Novo (PT) da sua função de líder do Governo abriu a porta para que o governador nomeasse outro nome, ao invés disso passou ele mesmo a conversar com os deputados.
A missão do governador nada mais é que o furto colhido pelos erros do passado.
A reaproximação ( ou tentativa) aliados do primeiro time nas suas gestões passadas é mero reflexo de observações anteriores feitas pelo blog: a falta de um articulador para intermediar os interesses do Karnak com os demais poderes.
A governabilidade exige isso. E Dias não faz diferente procura apoios para garantir uma administração, digamos, mais tranquila.