Não demorou nem um mês para que o governador Wellington Dias (PT) conseguisse resolver um dos grandes problemas apontados por ele na gestão do Estado, a inadimplência do Piauí junto ao CAUC.
A saída do Piauí do Cauc (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias) vai possibilitar ao Governo do Estado retomar as que estão paradas por conta da retenção de recursos oriundos de convênios federais.
Pelas contas do Governo o Piauí deverá receber cerca de R$ 1 bilhão. E agora fora do Cauc o Piauí também terá liberado o dinheiro das operações de crédito que somam R$ 850 milhões.
Para entrar no CAUC não precisa muito não, com o rigor das fiscalização dos órgãos federais basta um número fora de lugar na prestação de contas é o suficiente, o que dá trabalho ao Governo e se manter do lado de fora.
Talvez retirar o Piauí do cadastro não tenha sido a parte mais difícil. Aqueles que conhecem o processo sabem que não precisa muito para que um estado entre e saia do Cauc, o que é preciso é monitoramento e atenção para manter as contas do Estado em dia de modo a não ter os recursos federais impedidos. O próprio governador Wellington Dias sabe disso, pois em seus dois mandatos enfrentou problemas parecidos, e mantinha um acompanhamento ferrenho.
Lição de casa
O secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, foi o portador da boa nova de que o Piauí havia saído das pendências fiscais junto ao CAUC. Escalado para gerenciar os cofres do Governo do Estado justamente em momento de crise, o jovem Rafael parece estar fazendo o dever de casa direitinho.
Pique total
O deputado estadual eleito Rubem Martins quer chegar à Assembleia em forma. Bom, pelo menos com mais pique para enfrentar os feras ou as feras.
É o mais novo adepto ao estilo de vida saudável e feito corridas na av. Raul Lopes.
De volta
E o ex-governador Wilson Martins sairá do limbo e desembarcará no Piauí nos próximos dias. Estava em Boston, nos Estados Unidos.
Por aqui vai encontrar só cacos do até então pujante PSB.
A conversa é mais pra frente
Os peemedebistas aguardam somente o desfecho da eleição na Assembleia para travar uma nova empreitada.
E a relação com os tucanos, que tinha sido reatada em 2014, depois de alguns pleitos em palanques diferentes, será rediscutida. “Em 2016 ele vai nos procurar”, disse um parlamentar.
Troco na troca
Entre os motivos levantados para que Firmino Filho optasse pelo desgaste e a ter que dar mil e uma explicações para apoiar o deputado Fábio Novo, do PT, na eleição da Assembleia Legislativa, estaria lá trás, em 2012.
Quando o PMDB indicou o vice do vein, Elmano Férrer.
