Fabio Abreu

Nunca antes se viu numa campanha eleitoral um debate tão acirrado  em torno da Segurança Pública. Esta pasta foi mais criticada do que as “tradicionais” saúde e educação. Certamente Wellington Dias terá cobrada esta fatia. Não só pelas promessas ou pelo fato de ter o vigilante deputado Robert Rios disposto a lembrá-lo do compromisso assumido. Mas, sim, porque a área precisa de investimentos e que se adotem medidas que estanquem os índices alarmantes divulgados e contemplados, seja à luz do dia ou à noite.

A confirmação da indicação do capitão Fábio Abreu, deputado federal eleito, é vista com bons olhos pela população de um modo geral que acredita no trabalho de profissionais com a técnica que a secretaria exige. Acontece que também é avaliada com restrições por outros e descrédito por alguns poucos. O que não é bom e já é suficiente pra atrapalhar desde o começo.

Uma prova tá aí. Fábio Abreu teve seu nome anunciado e, com ares de contribuição e boas intenções, começaram a sugerir possíveis integrantes de sua equipe. O próximo secretário de Segurança anuncia o nome do escolhido para o cargo de delegado geral, Reide Batista, e o Sindepol sugere outros três companheiros.

Ora, se for pra voltar atrás, mudar a escala e rever posições, antes do jogo começar, melhor nem assumir o trono.

Divergência na Segurança

Já era de esperar, só que veio mais cedo que o imaginado. As divergências entre o deputado federal capitão Fábio Abreu (PTB) e parte da  Segurança Pública começaram na escolha do do turo delegado geral. O problema em parte é de classe. Policiais civis nunca viram com bons olhos as indicações de outros representantes de classe da Segurança. Nesse caso, Fábio Abreu, que para muitos representa a Polícia Militar a situação fica ainda mais complicada.

Indicação técnica

Fábio Abreu nem assumiu ainda, já definiu o primeiro nome da sua cúpula de Segurança. O futuro secretário de Segurança indicou para ficar a frente da Delegacia Geral, o nome não estava na lista tríplice escolhida pelos delegados. Só que nos bastidores o que se diz apenas do delegado Riedel Batista é que se trata de um nome competente, então como justificar?

Cachorro morto

Menos de duas semanas para o recesso legislativo chegar e nem os sinais de fumaça da aposentadoria do Conselheiro Anfrísio Lobão, do Tribunal de Contas, aparecem na Casa.
É verdade. O governador Zé Filho tem razão.

TCE na peleja 
Os conselheiros  Luciano Nunes e Jackson Veras ainda trabalham, junto à Assembleia, para melhorar os índices de reajuste no Orçamento.
Tal intenção foi motivo de reunião que avançou pela tarde desta terca.

Horário ingrato
O deputado Robert Rios votou contra o horário da posse do governador eleito, Wellington Dias, marcado para as primeiras horas da manha do dia 01 de janeiro.
“Esse governo começa mal. Começa atrapalhando o réveillon do povo”, bradou o parlamentar.

Interino 

O presidente interino da Agespisa, Nelito Dias, vai ficar mesmo até o final do Governo no cargo. A legislação prevê que o gestor interino pode ficar até 30 dias a frente do órgão. Com isso o governador Zé Filho não vai mandar novo nome para ser sabatinado na Assembleia.

Contra

O deputado Merlong Solano (PT) manteve a palavra. Votou contra a lei estadual regulamentando o auxílio moradia dos juízes. A Lei foi aprovada

O candidato de Firmino

O prefeito Firmino Filho (PSDB) acertou os detalhes e seu candidato a presidência da Câmara Municipal é Jeová Alencar (SD). A definição ocorreu no sábado (06), em reunião.

Jeová levará o apoio de alguns vereadores da base do prefeito, mas não é da preferência do atual presidente da Casa, Rodrigo Martins (PSB).

O vereador Edvaldo Marques (PSB) tem o voto de Rodrigo e tenta viabilizar sua candidatura do lado oposto.

Como o voto é aberto, a bolsa de apostas está aberta: quem votará contra o prefeito?

Meio ambiente
A vereadora Teresa Britto (PV) usou a tribuna da Câmara nesta terça (09) para dizer que vai procurar o governador eleito Wellington Dias (PT) e propor ações conjuntas entre a prefeitura e o governo do Estado na área de meio ambiente.
Teresa afirmou que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente não pode ser apenas um órgão expedidor de licenças ambientais e precisa ser ativo em relação às políticas de preservação dos rios Poti e Parnaíba.

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