Eduardo Cunha
A situação antre o presidente da Câmara,Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e a presidenta Dilma Rousseff atingir o limite. Eduardo, que em público defender a saída do PMDB do Governo,mas nos bastidores com seus aliados, trabalha para que o partido fique e amplie espaços vê o cerco da Operação Lava Jato apertar e o colocar no olho do furacão.

O STF (Supremo Tribunal Federal) aumentou o prazo para que o deputado apresente sua defesa das acusações de ter recebido propina do esquema de corrupção que atuava na Petrobras. Agora o presidente da Câmara tem 30 dias para apresentar suas defesas e o STF decidir se aceita ou não a denúncia contra o presidente da Câmara dos Deputados.

É nesse meio tempo que muita coisa ainda pode acontecer. É inegável que será bom para a presidenta Dilma, mesmo com o desgaste atrelado que virá, se o Supremo aceitar a denuncia.

Por uma simples razão: Cunha perde força e respaldo político para conduzir o processo de Impeachment, que é uma de suas obrigações como presidente da Casa, mas até lá o presidente da Câmara pode tomar medidas ainda mais prejudiciais aos interesses do Governo, especialmente no que diz respeito a pauta de votações.

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