Depois do governador Wellington Dias, dos secretários de Fazenda, Administração e Governo, respectivamente, Rafael Fonteles, Franzé Silva e Merlong Solano, declararem sem alívio nas palavras a real situação financeira do Piauí, o senador Ciro Nogueira e a vice-governadora Margaret Coelho – do PP – também saíram a frente da defesa das finanças do Piauí.
Segundo Ciro Nogueira ainda há o que enxugar no quesito: gastos com a máquina pública. Não custa nada lembrar que as últimas criações de coordenadorias não foram especificamente para acomodar nomes do PP.
Já Margarete Coelho lembrou que no momento atual o Estado não está em condições de dialogar a respeito de reajustes. A defesa da vice-governadora tem como base os números da Fazenda que apontam a ultrapassagem do limite prudencial dos gastos com a folha determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. O Piauí fechou 2016 com o índice de 41,60% de gasto com pessoal, mas este ano já alcançou o limite prudencial é de 46,55% com perspectiva de ultrapassar, que acarreta uma série de sanções ao Governo entre elas o impedimento de reajuste de salários.
Em tempo: A vice-governadora inaugurou o Núcleo Permanente Interdisciplinar em Direitos Humanos (Nupidh) da Universidade Estadual do Piauí. O Núcleo foi elaborado pela professora doutora e analista judiciária, Esther Castelo Branco, em conjunto com professores da área do Direito, Sociologia, Letras, Pedagogia e outros professores externos.
